Sunday, June 25, 2006

FALANDO SOBRE SEXO


Sexo Anal

Nesse espaço espero conseguir esclarecer dúvidas, colher relatos e depoimentos de pessoas que curtem sexo anal. Não importa a sua preferência sexual, seu lugar é aqui. Quem tiver fotos ou contos reais e quiser divulgar aqui é só mandar para minha caixa de mensagem.

comedordecuzinhorj@yahoo.com.br

Vamos aproveitar esse espaço e formar um grupo de amantes do sexo anal. Se você é homem ou mulher, se curte comer ou dar, não importa, sempre será bem vindo aqui.

Até algum tempo atrás, eu só havia tido experiência sexual com mulheres, entretanto, certa vez fui conhecer um casal, onde o marido gostaria de ser penetrado por outro homem na presença da esposa. Para mim isso era novidade total, mas acabei topando enrabar o cara junto com a mulher. Confesso que foi um momento mágico na minha vida e que abriu uma nova janela em meus relacionamentos sexuais. Ápartir daí, passei desse momento, me interessei também a dar oportunidade a homens que sentem vontade de se sentirem fêmea nas mãos de outro homem, mas que muitas das vezes são obrigados a reprimirem suas fantasias. Confesso que isso me excita bastante, principalmente se o parceiro gostar de usar calcinhas na hora da transa. Esse tesão aumenta ainda mais se essas calcinhas forem ou já tiverem sido usadas por esposa, mãe, irmã, filha...

Depois dessa primeira experiência passei a ser Bissexual. Curto muito foder uma bocetinha, entretanto, não dispenso uma boa mamada de outro cara, além de adorar comer uma bundinha de homem.

Abro a seqüencia com um dos muitos contos que tenho e que serão lançados num livro que já comecei a escrever.

Meu Amigo se Revelou Pra Mim

Me chamo Leonardo, moro no Rio de Janeiro, tenho 36 anos de idade, sou moreno-claro, 170m, 80kg, másculo. Sou um homem casado e respeitado chefe de família. Tenho um ótimo relacionamento com minha esposa e uma vida sexual intensa. Mas afinal de contas, sou homem e como tal, não sou santo.“Outro dia, estava no trabalho sem muito que fazer e, como sempre, pensando besteira. Resolvi então escrever relato sobre um casal que saí, onde o marido gostava de ser passivo para outro macho. Me empolguei escrevendo o tal conto e me deixei levar pela emoção e lembrança. Estava eu com o pau duraço, escrevendo e revivendo os deliciosos momentos na minha fértil imaginação. Abri a calça, liberei o bichinho para dar uma respirada, pois a calça jeans estava machucando. Coloquei a camisa por cima, a fim de evitar um possível flagrante. Nem percebi quando um colega de trabalho de nome André se aproximou por trás e leu parte do que escrevi. Fiquei meio sem jeito, afinal, esse é um tipo de assunto que não se abre para qualquer pessoa, ainda menos para colega de trabalho. Ele fingindo não ter visto nada me deu o recado que tinha que dar e saiu. Não toquei no assunto e o dia acabou sem maiores inconvenientes. Que bom, pois era uma sexta-feira e o final de semana prometia. Trabalho com manutenção de equipamentos hospitalares e na segunda-feira havia um trabalho meio complicado para fazer e tínhamos que fazer em dupla, aliás, quase sempre vamos em dupla. Iríamos pra lá André e eu. Passaríamos o dia inteiro fora. Fui até o banheiro da empresa e vi o André saindo do box dos sanitários, estranhei, pois André dizia que não conseguia “fazer” num banheiro que não fosse o da sua casa, mas tudo bem, um dia a necessidade obriga, não é mesmo?”.Saímos para a execução de tal tarefa que deveria ser difícil. Felizmente as coisas saíram melhor do que o esperado e, o tal serviço, rapidamente foi feito. Resultado: tínhamos o dia inteiro livre, já que o carro da empresa só nos pegaria as 17:00 hs e ainda eram 11:30hs.Notei que durante o rápido tempo em que levamos para resolver o problema, André por duas ou três vezes, se colocou na minha frente, de forma que sua bunda roçasse no meu pau, que logo deu sinal de vida. Numa dessas “encostadas”, ele sentiu a dureza da pica que insistia em não baixar, mas nada falou, nem eu. Estávamos numa cidadezinha do interior do Estado do Rio, que já conhecíamos de longa data e não tínhamos muito o que fazer. André sugeriu que fossemos almoçar logo e procurar um pousada, já que não havia dormido bem durante o final de semana devido a uma festa que teve que ir na casa de um parente e, queria descansar. OK. Aceitei a idéia. Seria bom descansar um pouco em plena segunda-feira. Almoçamos e fomos. Ficamos num quarto com duas camas de solteiro e sem banheiro no quarto. Fui até o banheiro, que ficava no corredor, quase de frente ao quarto, tomei um banho rápido e retornei. Tirei a roupa e fiquei só de cueca para não amarrotar a roupa. André voltou do banho, mas não se despiu. Deitou na sua cama e ficou conversando comigo. Perguntei se não iria dormir e, ele me disse que despertou depois do banho. Perguntei se não se incomodava de amassar a roupa e me disse que não. Nada mais falei. Me concentrei na televisão, que exibia o repórter local de meio-dia. Via sem muito interesse, já que pouco do que exibia ali me interessava. Quando ele me disse: “sabe que não consigo tirar da cabeça o que li no seu conto. É verdade o que escreveu?”. Respondi que sim, é verdade André. Adoro foder o cuzinho de um macho e fazer com que vire minha mocinha na cama. Se ele estiver usando uma calcinha fio dental então, hummmmm. Me deixa mais tesudo ainda.Então ele abriu o jogo comigo também e me disse que sempre teve vontade de fazer isso. Vestir uma calcinha e se sentir uma mulherzinha na frente de um macho, mas nunca teve coragem ou oportunidade. Meus olhos brilharam e o pau subiu. Rsrsrs. Chamei ele até minha cama e mandei que se sentasse ao meu lado. Disse que poderia realizar sua fantasia comigo, pois sou muito discreto e sigiloso, portanto, ofereceria total segurança e, ele por me conhecer bem e saber que não sou de jogar conversa fora, se declarou. Disse que se preparou para a situação e que se houvesse uma oportunidade colocaria em prática. Abriu a calça e que surpresa a minha ao ver André com uma calcinha linda. Seus olhos não desviavam do meu pau que a essa altura estava duro feito pedra. Liberei o pau de dentro da cueca e direcionei sua mão trêmula até ele. André começou a me punhetar bem gostoso. Mandei então que colocasse na boca. No que ele imediatamente obedeceu. Chupou feliz feito uma criança que ganha um pirulito. Ver meu amigo só de calcinha na minha frente me deixava muito excitado. Gozei gostoso na sua boca e ele sorveu cada gotinha do meu leite quente. Nos abraçamos e nos beijamos. Deitei minha menina na cama e comecei a acariciar aquele corpo gordinho, de poucos pelos. Coloquei minha mulherzinha deitada de bundinha pra cima, deitei em cima dela e fiquei beijando sua nuca, sua orelha, seu pescoço e fui descendo, passando a língua e roçando o pau, que voltava a endurecer. Cheguei na bundinha, deliciosa com aquela calcinha enterradinha e dei uma palmada. Depois um beijo. Então, puxei a calcinha pro lado e enfiei a língua no cuzinho, até então inexplorado.Minha gatinha gemia baixinho e dizia: “Isso meu macho, me faz sua. Quero ser sua mulher na cama meu macho”. Molhei bastante e enfiei um dedinho, depois dois e fiquei brincado naquele rabinho virgem. Então, fui na minha bolsinha, que me acompanha sempre, peguei o KY e uma camisinha. Botei minha gata de quatro, coloquei a camisinha, lubrifiquei bastante o cuzinho dela e apontei a pica na direção do buraquinho apertado. Forcei a entrada, ela deu um gemido e uma empinada na bunda, dando a entender que queria tudo dentro. Fui devagar empurrando a pica até encostar os pelos do saco na bunda dela. Parei os movimentos e fiquei parado com a pica todinha dentro do cuzinho dela, que gemia baixinho e me incentivava. “Vai meu macho, me fode, me faz de tua puta me arromba, como é bom! Realiza meu sonho de ser mulherzinha. Isso, me fode mais”.Essas palavras me excitavam ainda mais e comecei a bombar o rabo dela, aumentando as estocadas gradativamente. Sentia a pica bater no fundo do rabo de Andréia, que gemia feito uma puta no cio. Mudamos de posição e me deitei de costas, com o mastro em riste (adoro foder de 4, mas uma putinha pra ser uma putinha de verdade, tem que sentar na pica e rebolar gostoso com o caralho atolado no rabo) e, mandei minha gata sentar. Ela se posicionou, segurou na base do pau e deixou o corpo arriar, soltando um gemido quando a vara alcançou o fundo do buraco. Agora foi sua vez de ficar paradinha. Nada fiz até que ela mesma resolveu se movimentar, subindo e descendo, agasalhando todo o pau dentro do buraquinho e tirando quase tudo. Hummmmm, que delícia. Avisei que queria gozar e ela me pediu que gozasse novamente em sua boquinha. O que prontamente atendi. Gozei muito dentro daquela boquinha gostosa.Quando demos conta da hora, nos aprontamos rapidinho, pois tínhamos que ir ao local combinado, aonde o carro iria nos buscar. Nos despedimos com um longo beijo e saímos. André me confessou que estava com o cuzinho ardendo, mas feliz.Ficamos nessa brincadeira por bastante tempo. Sempre que saíamos juntos, corríamos com o serviço para acabar logo e virarmos marido e mulher. Mas não paramos aí, pois éramos muito amigos. Eu ia sempre na casa dele e quando Márcia, sua esposa, não estava, a fêmea da casa era ele, que virava minha Andréia. Comi muito aquele cuzinho na cama do casal, na cozinha, no banheiro Sem despertar suspeitas, e ele usava todas as roupinhas dela pra mim (calcinhas, saias, shorts, vestidos, sandálias). Ficava um tesão. Linda! Cada lingerie sexy que colocava ficava ainda mais gostosa, minha doce Andréia.Hoje Andréia, não trabalha mais comigo, pois foi transferida para o sul do país.Nos falamos com freqüência e ela me diz que nunca mais deu o cuzinho e coloca calcinha só pra se ver no espelho, mas está ansiosa para chegar o final do ano, quando vem de férias e serás com certeza, minha mulherzinha novamente.

Quem gostou do relato e quiser ser minha mocinha pode comentar no endereço:

comedordecuzinhorj@yahoo.com.br

Esse é um conto real que aconteceu comigo, mas tenho muitos outros.

Esse da foto sou eu

Mais um Cuzinho Virgem na Minha Lista

Meus anúncios sempre me renderam bons frutos. Recebi uma carta de um senhor, morador de uma cidade próxima a Juiz de Fora-MG. Na carta ele me disse que sempre teve vontade de experimentar ser passivo com outro homem, mas por morar numa cidade pequena e ser de família conhecida no local, acabou sufocando a vontade. Hoje, com pouco mais de 60 anos, pai de 3 filhos e avô de alguns netinhos, resolveu colocar em prática o que sonhou a vida inteira.
Numa viagem a BH, procurou um garoto de programa, mas infelizmente a coisa não fluiu como esperado. Desistiu mais uma vez. Mas através de um amigo, conheceu a revista Private e se deslumbrou com os anúncios. Disse ter escrito algumas cartas, mas obteve poucas respostas, uma delas, a minha. Trocamos telefone e conversamos bastante. Ficou acertado que eu iria conhecer sua cidade e lá ficaria no escritório em que ele trabalha, já que era final de semana, não teríamos problema. Fui recebido por meu amigo na rodoviária e fomos direto para o escritório deixar as malas. Chegando lá, devido ao calor resolvi tirar a calça e colocar um short. Fiquei só de cueca e não pude evitar que a pica ficasse dura na presença dele, o que foi rapidamente notado por ele. Ofereci a pica para que brincasse e parecia uma criança ao ganhar um brinquedo novo, apertava, beijava, lambia... Continuou chupando até que anunciei que iria gozar. Então me pediu para gozar na boca dele, já que há tempos desejava ter essa sensação. Mesmo sem experiência, chupava bem gostoso e não teve dificuldade em engolir meu leite, que não é muito. Então saímos para comermos algo, já que era hora do almoço e eu estava faminto, ainda mais depois de uma gozada daquelas. Terminado o almoço, demos umas voltas pela cidade, que diga-se de passagem, eu não conhecia. Mas o que estávamos querendo mesmo era “brincar”. Voltamos para o nosso escritório e tiramos nossas roupas. Meu pau estava duríssimo querendo conhecer aquele cuzinho virgem. Coloquei meu amigo de 4 e comecei a brincar com seu anelzinho. Passei o dedo úmido de saliva e segui acariciando com minha língua.
Meu amiguinho estava adorando ter uma língua de macho brincando em seu rabinho virgem. Coloquei uma camisinha, passei bastante KY e apontei a pau na entrada do orifício anal e comecei a penetrar. João não permitiu que fosse além, pois disse estar doendo. Parei e fiquei brincando com a pica dura roçando no rabinho dele. Ele pedia para eu fazer dele minha mulherzinha. Passei mais lubrificante e dessa vez o pau foi deslizando mais suavemente cú adentro, enquanto João gemia e rebolava de mansinho, facilitando a penetração. Parava de vez em quando e deixava o cuzinho se acostumar com o torpedo invasor e recomeçava a colocar logo em seguida. Não demorou muito e meu pau estava no fundo daquele rabo gostoso. Paramos mais uma vez e ficamos curtindo aquele momento maravilhoso para ambos. Minha pica latejava ao sentir as piscadinhas que ele dava com o rabinho. Comecei então o movimento de entra e sai, bombando aquele rabo recém descabaçado e tendo embaixo de mim, um respeitável senhor, que rebolava e gemia feito uma putinha. Mudamos de posição e ele já com o rabo aberto, sentou e cavalgou feito uma amazona na minha vara, que continuava dura feito pedra.
A pica entrava e deslizava na saída do cuzão gostoso do sr. João, enquanto o gozo se aproximava. Avisei a ele que me pediu para que gozasse no seu rabo, pois sempre desejou isso e que só lamentava que não pudesse ser dentro do cú, mas que mesmo com a camisinha seria bom. Gozei dentro do rabo dele, que acabou gozando junto comigo. Não transamos mais nesse dia, pois o sr. João tinha que ir para casa, mas no dia seguinte ele estaria de volta as 8:00 hs da manhã. Acordei cedo e saí para uma caminhada matinal. Aproveitei e fui tomar café, quando retornei ao escritório, meu amigo já se encontrava lá. Conversamos bastante sobre o que aconteceu no dia anterior e ele me revelou que adorou dar o cuzinho pela primeira vez e que queria mais, só que hoje não iria dar, pois seu cuzinho estava todo dolorido, mas queria sentir meu leite na boca mais uma vez, afinal eu iria embora á tarde e foi o que eu fiz. Coloquei o pau pra fora e ofereci para o sr. João, para que se deliciasse chupando meu pirulito de nervos. Ele chupou e me punhetou até que o leite quente escorreu pela sua boca e ele sorveu tudinho.
Essa foi a primeira experiência do sr. João, que depois desse dia, me convidou algumas vezes para ir até seu escritório e para repetir a dose. Tivemos outras transas maravilhosas. Hoje, faz mais de um ano que não vejo o sr. João, mas de vez em quando ainda nos falamos por telefone.
Se você senhor casado, tem vontade de ser fêmea de outro macho com sigilo e discrição e quiser me conhecer, entre em contato. Tenho 36 anos, casado, tenho filhos, sou moreno-claro, olhos e cabelos castanhos, poucos pêlos, 1,70m, 85 kg e um pau bem gostoso. Veja minhas fotos no meu blog: www.sexlog.com.br/comecuzinhorj

www.sexlog.com.br/morenodorio


Gosto dos mais velhos, com poucos pêlos ou depilados, que gostem de usar calcinha na cama e que possuem local para encontros, entretanto, não dispenso uma boceta.

Sou do Rio de Janeiro e posso viajar pelas redondezas com custeio de passagens.
Aguardo contato de pessoas decididas, que queiram algo real.

comecuzinhorj@hotmail.com

O Putinho da bunda grande

Conheci na net um rapaz de nome Anderson. Conversamos algumas vezes no msn e outras pelo telefone, então combinamos de nos encontrar. Por eu estar sozinho em casa, convidei-o a vir até a minha casa. Fui apanhá-lo no ponto e viemos conversando como dois amigos normais (Esse é o bom de conhecer caras másculos). Chegando na minha casa, dei-lhe uma calcinha fio dental da minha mulher e mandei-o vestir. Fiquei maravilhado em ver aquela bunda enorme e depiladinha espremida dentro daquela calcinha minúscula e confesso que poucas vezes ví uma bunda de homem, tão grande e bonita como a bunda do Anderson. Devo admitir que ficou maravilhoso vestido na calcinha da minha esposa que eu mais gosto. Elogiei bastante enquanto alisava, beijava, lambia e chupava bastante aquele rabo delicioso. Minha pica estava dura feito pedra. Então lambuzei a pica e o cuzinho dele com saliva e tentei meter, mas seu cuzinho era muito apertado, dificultando a penetração, já que meu pau é grosso. Não gosto de fazer isso, mas tive que lubrificar com um pouco de KY para facilitar a entrada da pica. Gosto de passar apenas cuspe e sentir o pau rasgando o rabo, mas com Anderson não dava para fazer isso, porque iria acabar esfolando tanto o meu pau como o cuzinho dele. Depois de lubrificado, a pica foi vencendo a dificuldade inicial e se alojando dentro do rabinho delicioso da minha putinha. Então quando os pelos do meu saco encostaram naquela bundona lisa, passei a socar a vara com vontade naquele rabo divino, dando palmadas, enquanto Anderson rebolava feito uma putinha na minha piroca, que agora deslizava suavemente, já que o cuzinho estava acostumado a me receber dentro dele.
- Seria um desperdício se você não desse esse rabo, porque ele é maravilhoso. Falei.
- Já me disseram isso. Ele disse.
- Uma bunda dessas deixa muita mulher com inveja e muito macho com tesão, meu putinho. Sua resposta de aprovação foi um sorriso.
Coloquei suas pernas em meus ombros, sem retirar a calcinha e meti a pica no cuzinho que agora já estava arrombado. Bombei gostoso.
Vendo aquele viadinho totalmente submisso aos meus caprichos continuei socando a vara e dando prazer a minha putinha deliciosa;
Fodemos em várias posições, mas a posição que mais me deixou tesudo, foi ter aquele rabão de 4 na minha frente com a calcinha fio dental puxadinha pro lado, deixando o cuzinho indefeso a minha inteira disposição. Fodi aquele rabo por mais de uma hora antes de gozar na boca do meu putinho, que mamou todo o meu leite. Pela manhã antes de sairmos, dei mais uma dose de leite na boca do meu viadinho.
Infelizmente ainda não marcamos outra brincadeira por falta de tempo.

Quem tiver local e quiser me dar o cuzinho, entre em contato.
comedordecuzinhorj@yahoo.com.br